O fato é que desde o início da criação, o homem dá mostras para Deus que não sabe fazer escolhas. O homem não sabe discernir entre o bem e o mal, entre o que é bom e o que é melhor. Basta olharmos para os nossos primeiros ancestrais, os famigerados Adão e Eva, e concluirmos que o Senhor deixou nas mãos deles a escolha entre obedecer e desobedecer, escolher entre a vida e a morte (...), e o que foi que eles escolheram? É só você ler lá em Gênesis 2 e 3 para saber que escolheram exatamente a morte, primeiro espiritual, depois física.
Então a gente se pega perguntando por que Deus permite tantas coisas ruins acontecerem nas nossas vidas, nas vidas de tantas pessoas e no mundo todo, de forma geral. Por que tantas pessoas morrem de forme, morrem por doenças e morrem pela violência? Por que tantos fenômenos na natureza acontecem, que acabam gerando tanta dor? Mas se a gente for olhar bem direitinho, tudo isso acontece em virtude das escolhas que os homens fazem. Quem decide desperdiçar, ao invés de ajudar ao próximo é o homem. Quem decide ser negligente com a sua saúde, ou até mesmo criar ambientes para que pestes se proliferem é o homem. Quem opta por cuidar do planeta de uma forma irresponsável é o homem. Quem decide ser violento, ao invés de amar ao próximo como a si mesmo, é exatamente o homem. Notando que quando falo homem, me refiro à criação (homem e mulher).
A verdade é que precisamos entender que Deus não criou marionetes. Como a própria Bíblia relata, Ele criou todas as coisas e disse assim ao homem, vejamos:
Então
disse Deus: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine
ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes
de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao
chão". Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e
mulher os criou. Deus os abençoou, e lhes disse: "Sejam férteis e
multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do
mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela
terra". (Gênesis 1:26-28)
Ora, pelo menos para mim, parece claro que Deus criou a terra e tudo o que nela há e logo depois entregou o domínio de tudo ao homem, como se dizendo: “Toma aqui filhão, eu confio em você, deixo tudo debaixo do seu domínio, para que você cuide como se eu mesmo estivesse cuidado, tanto que faço de você à nossa imagem” [do Pai, do Filho e do Espírito Santo], para lhe dar a autoridade, a legalidade, para este encargo.
Então Deus não disse que entregaria tudo ao homem, para depois ficar se metendo no negócio como a gente tende a fazer com os nossos filhinhos pequenos. Vejamos ainda que Ele teve o cuidado de entregar, não de largar na mão do homem, não de falar “se vira aí negão”. Deus deu as necessárias instruções e disse exatamente onde estava o maior perigo, todavia, foi exatamente no perigo que o homem foi “xeretar”.
Nessa “xeretada”, o homem vacilou, caiu e pior, entregou a autoridade sobre a terra na mão do inimigo, o qual recebeu a legalidade para atuar nela em virtude do pecado da desobediência que o homem cometeu. Assim, além do homem vacilar muito no papel que deveria exercer de domínio sobre a terra e sobre si mesmo, ele ainda abriu a porta para a ação do inimigo das nossas almas, que vem atuando, e muito forte, para exterminar exatamente com este homem que lhe deu tal abertura, veja em João 10:10. Portanto, a liberdade do arbítrio do homem foi entregue ao inimigo pela prática aprisionadora do pecado.
Deus confiou no homem ao ponto de entregar a sua mais linda criação nas mãos dele, tanto que vez ou outra Ele reitera o mesmo princípio de mostrar os caminhos do arbítrio para este mesmo homem. Vejamos:
Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas
contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a
maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam,
e para que vocês amem o Senhor, o seu Deus, ouçam a sua voz e se apeguem
firmemente a ele. Pois o Senhor é a sua vida, e ele lhes dará muitos
anos na terra que jurou dar aos seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó. (Deuteronômio 30:19,20)
Deus
nunca trai os Seus princípios, logo, se Ele fez o homem para ser livre, isto será desta forma para
sempre! Mas ainda assim, por tanto amar este homem, Ele sempre tenta mostrar
até qual deveria ser a melhor decisão, como se lhe desse uma prova de múltipla
escolha com apenas duas possibilidades de respostas: a) Bênção/Vida; b)
Maldição/Morte – E ainda faz mais, é como se Ele soprasse nos seus ouvidos
(...): ‘A’, escolha a resposta ‘a’, para que vivas, não apenas tu, mas teus
filhos e toda tua descendência, como está no texto que lemos agora mesmo.
Isso nos mostra que da mesma forma que as nossas escolhas ruins de hoje, terão um efeito sobre os nossos descendentes, pois foi exatamente assim com Adão e Eva, que lá no Gênesis, fizeram uma escolha infeliz, que deu início à morte na terra.
O Pai viu que alguma coisa havia dado errado e tentou refazer em Noé, como está em Gênesis 6. Mas após tudo ser refeito, a coisa voltou para o mesmo problema, uma vez que a natureza livre do homem ainda estava contaminada com a inclinação para as escolhas erradas, como se fosse uma prisão mesmo. Desta forma, coube ao Senhor demonstrar através das 613 leis escritas por Moisés, que o homem tinha se distanciado muito do “projeto inicial”, e cabia a ele mesmo, por escolha, buscar o caminho de retorno ao centro da vontade de Deus.
As leis serviram para mostrar ao homem que a sua natureza livre estava sendo muito mal utilizada, que ele precisava se arrepender e voltar ao caminho do acerto, entretanto, por mais que ele tentasse encobrir os seus pecados através de sacrifícios, esses pecados ainda ficavam marcados na sua natureza. Por isso este homem precisou de um Messias, precisou de um Redentor para voltar a se tornar livre da prisão do pecado cometido. Messias que iria levar sobre si todos os erros advindos das más escolhas desse homem, mas até mesmo para receber isso, também seria necessária uma escolha.
Isso nos mostra que da mesma forma que as nossas escolhas ruins de hoje, terão um efeito sobre os nossos descendentes, pois foi exatamente assim com Adão e Eva, que lá no Gênesis, fizeram uma escolha infeliz, que deu início à morte na terra.
O Pai viu que alguma coisa havia dado errado e tentou refazer em Noé, como está em Gênesis 6. Mas após tudo ser refeito, a coisa voltou para o mesmo problema, uma vez que a natureza livre do homem ainda estava contaminada com a inclinação para as escolhas erradas, como se fosse uma prisão mesmo. Desta forma, coube ao Senhor demonstrar através das 613 leis escritas por Moisés, que o homem tinha se distanciado muito do “projeto inicial”, e cabia a ele mesmo, por escolha, buscar o caminho de retorno ao centro da vontade de Deus.
As leis serviram para mostrar ao homem que a sua natureza livre estava sendo muito mal utilizada, que ele precisava se arrepender e voltar ao caminho do acerto, entretanto, por mais que ele tentasse encobrir os seus pecados através de sacrifícios, esses pecados ainda ficavam marcados na sua natureza. Por isso este homem precisou de um Messias, precisou de um Redentor para voltar a se tornar livre da prisão do pecado cometido. Messias que iria levar sobre si todos os erros advindos das más escolhas desse homem, mas até mesmo para receber isso, também seria necessária uma escolha.
“e
quem me recebe, recebe aquele que me enviou”. (Mateus 10:40b)
Jesus é O que tem poder para libertar o homem novamente, pois dentro do seu livre-arbítrio, este homem acabou se tornando prisioneiro dos seus pecados, então, mais uma vez Deus está dizendo para o homem: “Ponho diante de ti a vida e a morte, escolha a vida meu querido”! E o homem, meio desnorteado, sem saber o que escolher, se pergunta qual seria a resposta (...), ao que o Filho entra em cena para dizer:
Respondeu Jesus:
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por
mim. (João 14:6)
Para voltar a ser livre, para voltar a ter a vida, o
homem precisa do Messias, precisa de Jesus, então ele poderá concluir que o livre-arbítrio é bom, desde que ele
esteja realmente livre para
exercê-lo segundo a sua natureza original, criada à imagem e semelhança de
Deus.
Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. (Gálatas 5:1)
É Noix no Pai!
Roberto Baence
Carioca
estabelecido em Sampa
Esposo de
Flávia Mendes
Pai de Arthur
Baence
Pai de
Benicio Baence
Líder da Nova
Tribo - Grupo de Jovens da Igreja de Nova Vida em Alphaville
Muito bom!!!
ResponderExcluirMuito obrigado pelo comentário Marcella!!!
ExcluirMuito bom!!
ResponderExcluirMuito obrigado pelo comentário Marcella!!!
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